Olá amigos, tudo bem?
Mesmo não sabemdo o que significa termos como: "Thinking Blogger Award da Shay" rsrs... uma amiga virtual que frequenta meu blog me indicou daí eu copiei e colei rrs...
Desculpem-me pela ignorancia tecnológica mas o importante dessa mensagem é indicar pessoas que escrevem com a preocupação de nos fazer refletir.
vejam as indicações abaixo.
Há algum tempo, nós tivemos a honra de receber o Thinking Blogger Award da Shay e por isso elegeremos os 5 blogs que nos fazem pensar.
1. Jornalistas Literários
2. Flor de Laranjeira
3. Eletrical Storm
4. Coletania de Pensamentos Desconexos
5. Soltando o Verbo
Os homenageados não deixem de conferirem o award e passarem para a frente a indicação, heim? Sigam com a proposta!
Postado por Izabel às 09:44 1 comentários
Marcadores: award, blogger, blogs, coletania de pensamentos desconexos, eletrical storm, flor de laranjeira, navegar é preciso, shay, soltando o verbo
"Tem horas que um homem precisa lutar e tem horas que ele precisa aceitar a derrota para o destino. O navio passou. Somente um tolo persiste, e daí? Eu sempre fui tolo mesmo?" Filme: Peixe Grande
quarta-feira, junho 20, 2007
segunda-feira, junho 04, 2007
Felicidade X Prazer
Muitos a têm procurado. Muitos já perderam a esperança de encontrá-la. Sendo assim temos dúvidas de sua existência e de sua definição. O que é Felicidade? Bem, ao que me parece Felicidade está relacionada a nosso bem estar, a nossos desejos realizados. Podemos dizer então que Felicidade é a satisfação de ter nossos desejos realizados. Não seria egoísta demais pensarmos que Felicidade tem haver com nós próprios?
Eu diria que sim. Felicidade está diretamente relacionada à realização de prazer, de desejos. Mas o que seria então esse prazer? Alguns filósofos tentaram definir o prazer. Uma definição incrível que eu li recentemente e a de um filósofo estóico* Kierkegaard, ele define o prazer por dois aspectos: ético e estético – diz também que podemos traduzi-los por objetividade e subjetividade. Por ética ele entendia a vida governada pela liberdade, o que seria conseguido através da fé, da transcendência, do encontro com o absoluto. Estética para ele era tudo que "vinha de fora", do exterior impedindo a liberdade, fazendo com que o homem fosse controlado pelas coisas que lhe causavam bem-estar, desejos e prazeres momentâneos. O prazer, neste contexto, é sinônimo de hábito, de vício, de repetição, de fixação, de perda da liberdade, de alívio desde que seja somente para aplacar necessidades e desejos. Prazeres positivos seriam os subjetivos, os da inteligência, os do espírito, do amor.
. Esta idéia está presente também na visão de Sto. Agostinho, quando em uma tentativa de trazer para a Idade Média os ideais platônicos, diz que só existe prazer na virtude, separando assim os prazeres pecaminosos (da carne) dos virtuosos (do espírito). Sendo assim, podemos dizer que encontramos Deus depois de enveredar pelo caminho da virtude.
Finalmente a Psicologia veio salvar esse homem culpado por sentir prazer, define então de forma simples; que prazer é prazer. Simples, não? Eu acrescento – prazer é prazer desde que não tire o prazer dos outros.
Definindo prazer, encontramos uma resposta para a felicidade? Certamente fica mais fácil para compreendê-la, porém, não me arrisco mais em defini-la. Quero apenas sentir.
Camila Barreto
* o estoicismo segundo o dicionário Sacconi (pág. 311 edição 2001) é uma Escola Filosófica fundada no século III a.c. por Zenon (340 – 264) vivido na Grécia. Essa Escola estabelece a impossibilidade de relação entre prazeres e aflições mundanas; austeridade de caráter, rigidez de princípios.
Eu diria que sim. Felicidade está diretamente relacionada à realização de prazer, de desejos. Mas o que seria então esse prazer? Alguns filósofos tentaram definir o prazer. Uma definição incrível que eu li recentemente e a de um filósofo estóico* Kierkegaard, ele define o prazer por dois aspectos: ético e estético – diz também que podemos traduzi-los por objetividade e subjetividade. Por ética ele entendia a vida governada pela liberdade, o que seria conseguido através da fé, da transcendência, do encontro com o absoluto. Estética para ele era tudo que "vinha de fora", do exterior impedindo a liberdade, fazendo com que o homem fosse controlado pelas coisas que lhe causavam bem-estar, desejos e prazeres momentâneos. O prazer, neste contexto, é sinônimo de hábito, de vício, de repetição, de fixação, de perda da liberdade, de alívio desde que seja somente para aplacar necessidades e desejos. Prazeres positivos seriam os subjetivos, os da inteligência, os do espírito, do amor.
. Esta idéia está presente também na visão de Sto. Agostinho, quando em uma tentativa de trazer para a Idade Média os ideais platônicos, diz que só existe prazer na virtude, separando assim os prazeres pecaminosos (da carne) dos virtuosos (do espírito). Sendo assim, podemos dizer que encontramos Deus depois de enveredar pelo caminho da virtude.
Finalmente a Psicologia veio salvar esse homem culpado por sentir prazer, define então de forma simples; que prazer é prazer. Simples, não? Eu acrescento – prazer é prazer desde que não tire o prazer dos outros.
Definindo prazer, encontramos uma resposta para a felicidade? Certamente fica mais fácil para compreendê-la, porém, não me arrisco mais em defini-la. Quero apenas sentir.
Camila Barreto
* o estoicismo segundo o dicionário Sacconi (pág. 311 edição 2001) é uma Escola Filosófica fundada no século III a.c. por Zenon (340 – 264) vivido na Grécia. Essa Escola estabelece a impossibilidade de relação entre prazeres e aflições mundanas; austeridade de caráter, rigidez de princípios.
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